A partir deste fim-de-semana a região de Lisboa conta com mais três mercados biológicos ao sábado. Tome nota: Avenida de Roma, no terraço da Junta de Freguesia de S. João de Deus; Jardim Marechal Carmona, em Cascais; e Largo 25 de Abril, em Algés. Em todos encontra frutas, hortícolas e doçaria, entre outros produtos certificados e 100% biológicos.
Dois amigos fãs de BTT partiram numa aventura única à descoberta das maravilha do Geoparque NaturTejo. A odisseia começou no sábado passado em Álvaro, concelho de Oleiros, e termina em Penha Garcia, no concelho de Idanha-a-Nova. Serão 8 dias a pedalar, percorrendo 700 Km e visitando 16 geo-monumentos. Impacto ambiental? Zero emissões de CO2.
Acompanhe este périplo que dá a conhecer alguns dos mais belos recantos do país.
Desporto não é com os portugueses. Um inquérito desenvolvido pelo Eurobarómetro junto dos países na União Europeia revelou que 55 por cento dos portugueses nunca pratica desporto, quando a média dos países europeus fica nos 39 por cento. Este é o terceiro valor mais baixo da União Europeia. (in Público)
Não é preciso inscrever-se num ginásio para praticar desporto. Basta andar a pé, fazer caminhadas, correr, passear de bicicleta, jogar à bola com os amigos… Acima de tudo, é preciso vontade.
É, de há muito, o mote da PETA – People for Ethical Treatment of Animals. Mas a última campanha que lançou no Reino Unido suscitou polémica (o que também não é raro nos anúncios da PETA). O cão com bigode à Hitler acompanhado pelo texto: “Raça superior? Errado para pessoas. Errado para cães” levou a entidade que representa os criadores do país a apresentar queixa. Entretanto, a ASA (Advertising Standards Authority) já se pronunciou e não considerou a campanha ofensiva. ler mais »
A Amnistia Internacional – Portugal, em parceria com a women’secret, apresentou ontem a campanha “A violência doméstica não pode ser um segredo”. Uma iniciativa que visa dar voz a cada mulher afectada por este tipo de violência em Portugal e sensibilizar a população e a sociedade para este crime.
Nas lojas da marca encontra-se à venda uma colecção de roupa assinada pelo ilustrador André Letria, cujas receitas revertem a 100% para a Amnistia Internacional – Portugal.
A campanha prevê ainda a realização de diversas iniciativas de divulgação e já foram realizadas duas acções de formação junto dos colaboradores da women’s secret, em Lisboa e no Porto. Foi também criado um blog onde podem ser denunciadas situações de violência doméstica. “Porque deixar de ser um segredo é o primeiro passo para deixar de ser um problema”.
As sapatilhas e botas Blackspot surgiram há três anos e são contra o status quo, a idolatria a marcas e os métodos de trabalho seguidos pelas multinacionais. Desenhadas por John Fluevog, respeitam princípios veganistas, éticos e ambientais. Os materiais utilizados são de origem não animal, orgânicos e certificados pelo comércio justo. Os modelos são produzidos numa fábrica no norte do Paquistão, próximo de Sialkot, onde são oferecidas condições de trabalho justas, sem qualquer tipo de exploração ou descriminação. Parte das vendas (cerca de 20%) é canalizada para um fundo de apoio às comunidades locais. As Blackspot não estão à venda em grandes superfícies – a marca aposta no comércio local, em vendedores independentes (é também possível encomendar online). Porque acreditam na liberalização da marca e em colocar o poder nas mãos de muitos.
Porque nem sempre o que parece é. E muitas vezes só parece que é porque tendemos a generalizar e estereotipar… Até quando? As pessoas não se arrumam em caixas nem podem ser rotuladas…
Uma embarcação construída com 12 mil garrafas de plástico levantou no dia 21 Março âncora em São Francisco, rumo à cidade australiana de Sydney.
O objectivo da viagem, que está programada para durar três meses, é chamar a atenção para as questões ambientais, em particular a poluição dos Oceanos.
O comandante do barco, David De Rothschid de 31 anos (herdeiro do sector bancário), juntou uma tripulação de quatro pessoas e, juntos, pretendem percorrer cerca de 11 mil milhas náuticas que devem passar pelo local conhecido como “depósito de plástico do Pacífico” – uma massa de lixo com uma dimensão cinco vezes maior que a Grã-Bretanha.
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